Quando eu vou parar e olhar pra mim
Ficar de fora
E olhar por dentro
Se eu não consigo
Organizar minhas idéias
Se eu não posso
Se eu esqueço de mim?
E eu pensei que fosse forte
Mas eu não sou
Quando eu vou parar pra ser feliz
Que hora
Se não dá tempo
Se eu não me encontro
Nos lugares onde eu ando
Nem me conheço
Viro o avesso de mim?
Se eu não sei o que é sonhar
Faz tanto tempo
Tanto mar
E o meu lugar
É aqui?
Uma rua atravessada em meu caminho
Nos meus olhos
Mil faróis
Preciso aprender a andar sozinho
Pra ouvir minha própria voz
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
Quem sabe assim
Eu paro pra pensar em mim
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Contra mão!
Algum tempo depois...
Sempre na contra mão...
Carregando no peito um coração, por vezes quebrado... por vezes rejeitado... por outras muitas vezes, ignorado, mas ainda assim, um coração disposto!
Disposto a acreditar, a se dar, a ver nas pessoas, as qualidades que, nem elas mesmas acreditam ter...
Um coração que, por tanto acreditar, acabou desacreditado... Um coração que, de tanto remendar outros corações, acabou em pedaços...
Mas...
Pressão nos punhos e vamos reagir!
Prazer estar de volta galera!
Sempre na contra mão...
Carregando no peito um coração, por vezes quebrado... por vezes rejeitado... por outras muitas vezes, ignorado, mas ainda assim, um coração disposto!
Disposto a acreditar, a se dar, a ver nas pessoas, as qualidades que, nem elas mesmas acreditam ter...
Um coração que, por tanto acreditar, acabou desacreditado... Um coração que, de tanto remendar outros corações, acabou em pedaços...
Mas...
Pressão nos punhos e vamos reagir!
Prazer estar de volta galera!
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